domingo, 15 de maio de 2016

Gráficos e tabelas de forma contextualizada II

 Hoje vou compartilhar uma atividade bem simples, assim como tudo o que procuro postar aqui. Sempre digo que a atividade em si não deve ser a grande preocupação, embora umas favoreçam mais a aprendizagem do que outras, mas sim a intervenção. A forma como o professor conduz a atividade proposta fará a diferença.

 Estava trabalhando com os pequenos corpo humano e seguimos para a alimentação saudável como um fator essencial para o bom funcionamento do organismo. 

 Pesquisando, encontrei esse gráfico:
  




 É uma pena a escola não ter impressão colorida e nem eu... Mas segui a ideia assim mesmo.

 Depois de ler alguns textos e trabalhar com a pirâmide alimentar pedi que desenhassem um prato de comida normal, com o que gostavam e estavam acostumados a comer.


 Guardei os desenhos e no dia seguinte comecei a aula com o gráfico. As crianças foram, aos poucos, percebendo que o gráfico representava o prato que estava ao lado, com um exemplo de uma boa alimentação.

 Etão pedi para que comparassem os desenhos feitos por eles com o gráfico e anotassem o que estava faltando na alimentação deles.





 Já havia trabalhado gráficos de barras e colunas com a turma, mas foi a primeira vez com o gráfico de setores. O assunto era alimentação, mas os conceitos matemáticos já estavam sendo construídos. 


Para fechar a semana, passei uma atividade no quadro. 











 Uma tabela, como se fosse a de um mercado e vários exercícios que remetiam a ela. Assim, sem cartaz, sem encartes... Eles também precisam aprender a se organizarem em seus cadernos e trabalharem com o abstrato; as provas do governo, vestibulares e concursos vão lhes cobrar isso. 

 Expliquei e cada um fez a sua atividade. Levei uma tarde toda... Alguns na minha mesa, outros tiravam dúvidas, outros conferiam os resultados com os amigos. 

 Cada um ao seu tempo...

 Um aluno novo me perguntou quando chegou "Tia, você não vai corrigir no quadro?"  Respondi: "Essa atividade é muito fácil, você consegue sozinho". Explica daqui, dali, em dupla, na minha mesa... Chegou silábico-alfabético, em duas semanas estava alfabético. Mágica? Nada disso!!! Apenas uma criança que passou a pensar mais na escola!

 Aprender  e ensinar exige esforço, dedicação e muita reflexão! Se esforce, dedique-se e reflita, sua prática vai interferir diretamente sobre seus pequenos!!!

 E viva seguindo Num constante aprendizado! 



Até a próxima!!!


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